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Combing Merino – Pentear Merino

December 22, 2016

O merino, com fibras mais curtas e homogéneas, não era a minha prioridade quando comprei os pentes. Mas acabei por gostar muito de fazer estes ‘ninhos’, tão limpos e perfeitos.

When I bought my wool combs, I didn’t think I was going to use them with my merino. But I ended loving the neat end result that I just kept making more and more of these ‘bird nests’.

Na Feira de Natal da Retrosaria (20 Dez)

December 16, 2016

Pela primeira vez, as nossas lãs vão estar ao vivo e a cores em Lisboa. E em excelente companhia! É já para a semana, na Feira de Natal na Retrosaria Rosa Pomar. A Feira começa já amanhã, e a Flying Fleece vai estar lá na Terça, dia 20 de Dezembro. Trago comigo meadas muito especiais e muita lã para fiar. Já estamos a fazer os preparativos. Até lá! 😉

Back to Basics

December 14, 2016

Combed Churra Bragançana spun on Portuguese Spindle.

Churra Bragançana penteada, fiada em fuso português.

Tingir com Sumagre – Dyeing with Sumac

December 6, 2016

Já não é a primeira vez que falo no sumagre, nem a primeira vez que o uso, mas é a primeira vez que tirei fotografias. Tenho descoberto que existe sumagre em abundância em vários sítios (alguém devia fazer um mapa de beiras de estrada ricas em sumagre….) e qu é uma planta de muito fácil utilização. Conserva-se bem seco e depois basta ‘demolhar’. Tenho-o usado exclusivamente para tingir com energia solar. É rico em taninos, o que ajuda na fixação e também reage bem ao óxido de ferro. Sobretudo, dá uns verdes e cinzas de que eu gosto muito.

Nesta panela as pontas com mais gordura ficaram ligeiramente verdes. Na foto, mal dá para ver, mas o efeito à luz é muito interessante.

It’s not the first time I mention sumac, and it’s not the first time I dye with it either. But it is is the first time I actually took some pictures. I’ve found out there is plenty of sumac by the side of many familiar roads and that it is a very easy to use dye. I keep it dry and then soak it for some days before adding the fiber. I’ve used it exclusively with solar dyeing. The tannin rich bark really helps fixate colors and it reacts really well to iron modifiers. Most of all, it dyes beautiful greens and greys that I love.

The wool from this pot came out grey with some green on the tips. It’s barely noticeable on the photos, but it makes for a wonderfully subtle effect.

 

 

Spinning Combed Churra – Fiar Churra Penteada 

November 13, 2016

This is the best thing I have ever spun. It’s white, creamy Churra Bragançana, spun on my grandmother’s spindle, from some of my first combed top. It’s just a small skein, a sample. But it is a beauty.

The shine is amazing. The pictures don’t do it justice, but the subtle luster of the Bragançanas really comes through in the combed top prep. Then there is the smoothness of the surface. Suggests a drape and a silkiness that Churra always had, but I could never bring out in the final yarn. And, finally, there is the unbelievable softness. This is the kind of hard wearing yarn that you want to wear right on your neck.

This is the best thing I’ve ever spun. (Or at least it really feels like it.)

Este é o melhor fio que já fiei. É Churra Bragançana  branca, penteada e fiada com o fuso da minha avó. É uma meada pequena, uma amostra. Mas é linda.

O brilho é excelente, ainda mais intenso ao vivo do que nas imagens. Os pentes valorizam a luminosidade da lã Bragançana. A superfície é lisa e uniforme. Faz adivinhar um tecido com toque ligeiramente sedoso. Um toque que eu sempre achei que a lã Bragançana tinha mas que nunca consegui reproduzir num fio. E é fofo, mesmo fofo. Daqueles fios que não sendo delicados ou ‘amerinados’ têm suavidade para um bom cachecol.

É o melhor fio que já fiei. (Pelo menos é o que eu penso sempre que o vejo)

 

 

Combing Churra – Pentear Churra

October 5, 2016

 

This summer I finally got to try my new Valkyries combs on the many churra fleeces that I have in storage. Last year, I worked quite a bit with hand carded churra and I was pleased with the results overall. I really liked the lofty texture of the yarn (almost lopi-like), the sturdy character of the wool and the beautiful colors. Downside: a loooot of coarser fibers in some of the fleeces. This coarse hair sheds during the carding and spinning process and makes a mess if you are indoors. Also, carding can be ineffective on ‘seconds’ or very dirty fleeces. This meant I couldn’t process some dirtier fleeces and that I couldn’t make yarns that would be good for knitted close-to-skin garments. The yarn got softer with use, but it was still best for hard wearing household items or woven outerwear.

And then combs happened. Combs changed my entire outlook on churra. They add to the processing time, compared to cards, but the result is unbeatable. And the possibilities are endless. The coarse fiber falls out and the resulting combed top is soft, smooth and super clean. All in just one or two passes. I tried my hand at some particularly ‘ugly-looking’ fleeces (see picture above) and I ended up with a very professional looking piece of of fiber. More about the spinning experience in my next post!

Processed with VSCO with a6 preset

Este Verão experimentei usar os meus pentes novos para processar os meus (muitos) velos de Churra Bragançana. O ano passado já tinha fiado bastante lã Churra, mas cardada, com as minhas cardas manuais. Na altura, fiquei satisfeita com o resultado. Gostei da textura mais aberta do fio (tipo lopi), da sua resistência e da cor. O único senão: alguns dos velos tinham muito ‘pêlo’ (fibras mortas, fibras mais grossas do que a lã que fazem parte do velo) que caía durante a cardagem e fiação. Inconveniente, sobretudo para trabalhar em casa. E cardar certas partes mais sujas nem sempre corria bem…. No final, não compensava trabalhar certos velos (muita sujidade ou muito pêlo) e o fio era lindo, mas não apropriado para qualquer peço É um fio que fica mais macio com o uso, mas continua a ser sobretudo indicado para tapetes, colchas e casacos muito resistentes ao uso.

E depois apareceram os pentes.  Pentear demora mais algum tempo do que cardar, mas o resultado não tem comparação. O pêlo cai à medida que a lã é penteada e o resultado é uma fibra fofa, consistente e muito limpa. E tudo isto passando a lã só uma a duas vezes nos pentes, o que é menos do que eu esperava. Experimentei pentear os velos mais ’feios’ que tinha (como o da imagem acima) e consegui transformá-los em fibra de excelência. No próximo post conto mais sobre a fiação!

Processed with VSCO with f2 preset

 

Shop Update: Churra Fleeces 2016

October 4, 2016

Our new churra fleeces are beautiful and I got around to listing some on the shop. They are rough, textural and come in splendid colors – including my favorite rose grey. White fleeces are skirted but unwashed, so they are perfect for the curious fiber processor. 🙂 Click on the pictures for more information.

 

 

 

 

 

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