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Hönsestrik by Kirsten Hofstater, 1975

June 23, 2017

in Hönsestrik by Kirsten Hofstater, published in Sweden, 1975

The Hand-Knitting Association of Iceland

May 14, 2017

 

 

 

My Mecca. I ended up there twice while in Reykjavik. It’s the one shop where I really didn’t mind waiting to be helped – I was too busy studying patterns, colour combinations, finishing techniques. Ended up buying yarn and patterns for two lopapeysas and a whole kilo of Icelandic roving (basically as much as I could fit in my bag). Best souvenirs ever.

Era um sítio que eu sempre quis visitar. Acabei por ir lá duas vezes enquanto estive em Reykjavik. E nem me importei da demora no atendimento – estava demasiado entretida a ‘estudar’ padrões, cores e técnicas. Trouxe fio e modelo para duas lopapeysas e um quilo de lã islandesa para fiar (só, porque já não cabia mais na mala). ‘Souvenirs’ dos bons 🙂


Shop Update: Portuguese Clogs

May 1, 2017

I bought these many years ago, in a small market stall in Vila Nova de Cerveira. The lady who sold them was the wife of the shoemaker. He specialized in traditional clogs – these were a more contemporary version, with bursts of colour instead of the usual black.

They were at my parents’ house in Portugal for years, then they traveled with me to Michigan. Long story short, they are barely used, as new, and now for sale on the Etsy shop. I still think they are oh so cool.

Iceland – Islândia

April 25, 2017


Há umas semanas tive a grande sorte de ir à Islândia “em serviço” (serviço filosófico). Era um sonho antigo. Passei quase uma semana entre Filosofia e muita lã. Reykjavik ‘para turistas’ são lojas e mais lojas de fios (lopi), camisolas, peles de borrego. E não islandês que não tenha a sua lopapeysa. Até nas conferências académicas se tricota (não é caso sítio, mas foi a primeira vez que estive numa palestra rodeada de pares de agulhas). Até eu acabei uma meia, entre Simone de Beauvoir e Epistemologia contemporânea.



Some weeks ago I had the wonderful opportunity to travel to Iceland for work  (philosophical work). It was an amazing week, surrounded by great Philosophy and a lot of amazing wool.  ‘Touristy’ Reykjavik is mainly composed of shop after shop carrying squishy lopi yarn, gorgeous lopapeysas and sheepskins. Knitting seems to be in the air. Even at conferences, lots of people knit (it’s not the only place where that happens, I’m told, but it was the first time I was at a talk surrounded by clicking needles). Even I finished a sock, sometime between Simone de Beauvoir and contemporary Epistemology.


Pompons – Pom Pom Garland

March 26, 2017

 

Arranjei um par de ‘pom pom makers’ nos Estados Unidos em Dezembro e passei o Natal a fazer mais de duas dúzias de pompons. Nada melhor para aproveitar novelos antigos. E os pompons ficaram mesmo bem.

I got myself some pom pom makers in December and spent Christmas break making over two dozen pom poms. It was a major stash-busting operation. And they turned out fluffy and great.

 

 

 

Luvas Para o Frio -Mittens for Cold Hands

March 6, 2017

 

 

Um dos grandes choques quando me mudei para a América do Norte foi a quantidade de pessoas a viver nas ruas das cidades. Vancouver era péssimo, sobretudo pela maneira como o problema era ’desculpado’ por muita gente. Aqui no Michigan, a situação é tão ou mais impressionante. Há quem viva em tendas ou na rua num sítio em que, no Inverno, chega aos -20 graus. Para acabar na rua basta ficar doente e não ter seguro de saúde, por exemplo. É revoltante e frustrante porque é difícil saber o que fazer. Não entendo a falta de prioridade política do problema, esbarro na ’privatização’ de tudo e mais alguma coisa. É mais uma daquelas situações em que percebo que não percebo este país.

Tricotar luvas para quem tem de passar este inverno sem casa não é solução para nada. É quase deprimente. Mas foi o que consegui fazer. 100% lã, feitas à mão – porque não suporto a ideia de que quem vive na rua tem de se contentar com os ’restos’ dos outros, com coisas de segunda qualidade e de fraca durabilidade (e de fraca dignidade). Fiz dois pares, que no final de 2016 se juntaram a mais umas centenas e foram distribuídos em Detroit. Reciclei um cobertor polar quase novo e forrei-as para que aguentem os tais -20 graus. É o mínimo.

One of the most shocking things when I moved to North America was homelessness. Vancouver had a pretty terrible situation. In casual conversation, people would make excuses for societal inaction, normalize the phenomenon. Just like rain, there was mass homelessness. Here in Michigan, the situation is as bad or worse. People live in tents or on the street through the roughest winters I’ve ever seen. And it is so easy to end up on the street. All you need to do is to be really sick and not have health insurance. It’s incredible and it’s frustrating. It’s hard to know what’s to be done when this is not a political priority and everything seems to be private anyways. It’s at times like these that I feel most foreign, like I lack a basic understanding of what’s going on.

Knitting mittens is not a solution. It’s actually quite depressing. But it’s what I did last year. 100% wool, hand knit with care and attention – because I cannot stand the idea that living on the street should mean you get the ‘scraps’ from everyone else. I made two pairs which, together with another few hundred, were distributed in Detroit by the end o the year. I recycled a polar blanket and made linings for all of them, so that they can actually stand the winter. It’s the least we can do, it’s the bare minimum.

Luvinhas – Improv Gloves

January 29, 2017

Foram feitas há quase 4 anos, improvisadas num comboio, com Beiroa em castanho e merino fiado no fuso, em branco. Depois de tantas viagens, voltei a encontrá-las este Natal.

I knit these 4 years ago, on a train. I didn’t have a pattern, I just improvised them with some Beiroa yarn and handspun merino. They’ve been all around the world, and now I saw them again this Christmas.

 

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