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Hönsestrik III (1975)

July 4, 2017

all pics in Hönsestrik by Kirsten Hofstater, published in Sweden, 1975

Hönsestrik II (1975)

July 4, 2017

 

Mais um livro que eu queria ver há já uns anos. Finalmente encontrei-o na rede internacional de bibliotecas, algures na Dinamarca. Sempre me perguntei sobre o que é que se passou na Suécia dos anos 70 (e noutros países escandinavos) para dar origem a este estilo. Gostava de ler qualquer coisa de sociológico sobre esta fixação com padrões pequenos, detalhados, que muitas vezes ilustram animais, letras e nomes. Tudo em cores berrantes, com (muitas vezes) pouca ou nenhuma atenção ao corte das peças. Uma espécie de ’folk’ barroco.
O livro em si tem muito mais texto do que instruções ou diagramas. Com o meu fraquíssimo sueco, só consegui perceber que são receitas muito gerais de como fazer camisolas, luvas ou calças. Há também recomendações sobre fio, e todas as noções gerais do tricot. No final há grelhas com os desenhos tricotados nas imagens do livro – para quem quiser usar os mesmos padrões. Mas fica quase tudo à consideração do leitor – a única regra do Hönsestrik parece ser que ganha quem conseguir a combinação mais improvável.
Alguns exemplos comtemporâneos do mesmo estilo aqui aqui e aqui.

 

 

This is yet another book I have wanted years. Finally found a copy through my interlibrary system, somewhere in Denmark. I’ve always wondered what exactly happened in Sweden (and elsewhere in Scandinavia) in the 70’s to make this phenomenon happen. I would like to read a sociologist’s take on this fixation with small detailed, pictorial patterns. Everything in bright colors, with little attention paid to shape. A tour de force of multi-colored knitting.

The book itself has mostly text describing (as far as I could make out) very general recipes for sweaters, mittens and pants. There are also recommendations about yarn and  instructions for knitting basics. At the end, there are grids of patterns featured in the photographed pieces – if you’d like to try to use them in your own knitting. But mostly, the book gives free rein to the reader – the only rule of Hönsestrik seems to be that whoever comes up with the most improbable combination wins. Foxes-hearts-feminist symbols?

For some modern-day Hönsestrik see here here and here.

 

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 all pics in Hönsestrik by Kirsten Hofstater, published in Sweden, 1975

Hönsestrik by Kirsten Hofstater, 1975

June 23, 2017

in Hönsestrik by Kirsten Hofstater, published in Sweden, 1975

The Hand-Knitting Association of Iceland

May 14, 2017

 

 

 

My Mecca. I ended up there twice while in Reykjavik. It’s the one shop where I really didn’t mind waiting to be helped – I was too busy studying patterns, colour combinations, finishing techniques. Ended up buying yarn and patterns for two lopapeysas and a whole kilo of Icelandic roving (basically as much as I could fit in my bag). Best souvenirs ever.

Era um sítio que eu sempre quis visitar. Acabei por ir lá duas vezes enquanto estive em Reykjavik. E nem me importei da demora no atendimento – estava demasiado entretida a ‘estudar’ padrões, cores e técnicas. Trouxe fio e modelo para duas lopapeysas e um quilo de lã islandesa para fiar (só, porque já não cabia mais na mala). ‘Souvenirs’ dos bons 🙂


Shop Update: Portuguese Clogs

May 1, 2017

I bought these many years ago, in a small market stall in Vila Nova de Cerveira. The lady who sold them was the wife of the shoemaker. He specialized in traditional clogs – these were a more contemporary version, with bursts of colour instead of the usual black.

They were at my parents’ house in Portugal for years, then they traveled with me to Michigan. Long story short, they are barely used, as new, and now for sale on the Etsy shop. I still think they are oh so cool.

Iceland – Islândia

April 25, 2017


Há umas semanas tive a grande sorte de ir à Islândia “em serviço” (serviço filosófico). Era um sonho antigo. Passei quase uma semana entre Filosofia e muita lã. Reykjavik ‘para turistas’ são lojas e mais lojas de fios (lopi), camisolas, peles de borrego. E não islandês que não tenha a sua lopapeysa. Até nas conferências académicas se tricota (não é caso sítio, mas foi a primeira vez que estive numa palestra rodeada de pares de agulhas). Até eu acabei uma meia, entre Simone de Beauvoir e Epistemologia contemporânea.



Some weeks ago I had the wonderful opportunity to travel to Iceland for work  (philosophical work). It was an amazing week, surrounded by great Philosophy and a lot of amazing wool.  ‘Touristy’ Reykjavik is mainly composed of shop after shop carrying squishy lopi yarn, gorgeous lopapeysas and sheepskins. Knitting seems to be in the air. Even at conferences, lots of people knit (it’s not the only place where that happens, I’m told, but it was the first time I was at a talk surrounded by clicking needles). Even I finished a sock, sometime between Simone de Beauvoir and contemporary Epistemology.


Pompons – Pom Pom Garland

March 26, 2017

 

Arranjei um par de ‘pom pom makers’ nos Estados Unidos em Dezembro e passei o Natal a fazer mais de duas dúzias de pompons. Nada melhor para aproveitar novelos antigos. E os pompons ficaram mesmo bem.

I got myself some pom pom makers in December and spent Christmas break making over two dozen pom poms. It was a major stash-busting operation. And they turned out fluffy and great.

 

 

 

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