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Luvinhas – Improv Gloves

January 29, 2017

Foram feitas há quase 4 anos, improvisadas num comboio, com Beiroa em castanho e merino fiado no fuso, em branco. Depois de tantas viagens, voltei a encontrá-las este Natal.

I knit these 4 years ago, on a train. I didn’t have a pattern, I just improvised them with some Beiroa yarn and handspun merino. They’ve been all around the world, and now I saw them again this Christmas.

 

“The Art of the Loom”1989

January 17, 2017

by Ann Hecht.

Peruvian woman sitting in a doorway weaving on the simplest of looms.

Carding and spinning wool: three generations at the cottage in Pakhribas, Koshi Hills, Nepal.

Processed with VSCO with hb2 preset

Guatemala.

Processed with VSCO with hb2 preset

A bedouin man spinning wool with his hands prior to winding it on a stick. Oman.

A horizontal ground loom in Israel. The heddle bar is supported on either side by rocks.

Processed with VSCO with hb2 preset

Spinning cotton. Ighetti, Nigeria.

Combing Merino – Pentear Merino

December 22, 2016

O merino, com fibras mais curtas e homogéneas, não era a minha prioridade quando comprei os pentes. Mas acabei por gostar muito de fazer estes ‘ninhos’, tão limpos e perfeitos.

When I bought my wool combs, I didn’t think I was going to use them with my merino. But I ended loving the neat end result that I just kept making more and more of these ‘bird nests’.

Na Feira de Natal da Retrosaria (20 Dez)

December 16, 2016

Pela primeira vez, as nossas lãs vão estar ao vivo e a cores em Lisboa. E em excelente companhia! É já para a semana, na Feira de Natal na Retrosaria Rosa Pomar. A Feira começa já amanhã, e a Flying Fleece vai estar lá na Terça, dia 20 de Dezembro. Trago comigo meadas muito especiais e muita lã para fiar. Já estamos a fazer os preparativos. Até lá! 😉

Back to Basics

December 14, 2016

Combed Churra Bragançana spun on Portuguese Spindle.

Churra Bragançana penteada, fiada em fuso português.

Tingir com Sumagre – Dyeing with Sumac

December 6, 2016

Já não é a primeira vez que falo no sumagre, nem a primeira vez que o uso, mas é a primeira vez que tirei fotografias. Tenho descoberto que existe sumagre em abundância em vários sítios (alguém devia fazer um mapa de beiras de estrada ricas em sumagre….) e qu é uma planta de muito fácil utilização. Conserva-se bem seco e depois basta ‘demolhar’. Tenho-o usado exclusivamente para tingir com energia solar. É rico em taninos, o que ajuda na fixação e também reage bem ao óxido de ferro. Sobretudo, dá uns verdes e cinzas de que eu gosto muito.

Nesta panela as pontas com mais gordura ficaram ligeiramente verdes. Na foto, mal dá para ver, mas o efeito à luz é muito interessante.

It’s not the first time I mention sumac, and it’s not the first time I dye with it either. But it is is the first time I actually took some pictures. I’ve found out there is plenty of sumac by the side of many familiar roads and that it is a very easy to use dye. I keep it dry and then soak it for some days before adding the fiber. I’ve used it exclusively with solar dyeing. The tannin rich bark really helps fixate colors and it reacts really well to iron modifiers. Most of all, it dyes beautiful greens and greys that I love.

The wool from this pot came out grey with some green on the tips. It’s barely noticeable on the photos, but it makes for a wonderfully subtle effect.

 

 

Spinning Combed Churra – Fiar Churra Penteada 

November 13, 2016

This is the best thing I have ever spun. It’s white, creamy Churra Bragançana, spun on my grandmother’s spindle, from some of my first combed top. It’s just a small skein, a sample. But it is a beauty.

The shine is amazing. The pictures don’t do it justice, but the subtle luster of the Bragançanas really comes through in the combed top prep. Then there is the smoothness of the surface. Suggests a drape and a silkiness that Churra always had, but I could never bring out in the final yarn. And, finally, there is the unbelievable softness. This is the kind of hard wearing yarn that you want to wear right on your neck.

This is the best thing I’ve ever spun. (Or at least it really feels like it.)

Este é o melhor fio que já fiei. É Churra Bragançana  branca, penteada e fiada com o fuso da minha avó. É uma meada pequena, uma amostra. Mas é linda.

O brilho é excelente, ainda mais intenso ao vivo do que nas imagens. Os pentes valorizam a luminosidade da lã Bragançana. A superfície é lisa e uniforme. Faz adivinhar um tecido com toque ligeiramente sedoso. Um toque que eu sempre achei que a lã Bragançana tinha mas que nunca consegui reproduzir num fio. E é fofo, mesmo fofo. Daqueles fios que não sendo delicados ou ‘amerinados’ têm suavidade para um bom cachecol.

É o melhor fio que já fiei. (Pelo menos é o que eu penso sempre que o vejo)

 

 

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